domingo, 1 de março de 2015

Evitando gastar na vida social

Ultimamente, sair à noite é sinônimo de gastos para mim. Mas como eu gosto bastante de uma vidinha social e de um chopinho com os amigos, não quero ficar totalmente alheia a esse tipo de programinha. Então, como é muito difícil sair sem gastar nada, o meu desafio aqui é sair gastando bem menos.

TRANSPORTE. Eu já disse que D-E-T-E-S-T-O pegar táxi? Pois eu D-E-T-E-S-T-O pegar táxi. Só uso mesmo em caso de emergência (leia-se atraso e segurança). Por isso, algo que venho priorizando são encontrinhos próximos a minha casa ou, como quase ninguém mora perto de mim, próximos ao metrô. Porque aí, rapeize, é entrar na estação e ir pra galera casa por R$3,50. A não ser que eu esteja com mais gente. Se for um grupo de quatro pessoas, por exemplo, já começa a valer a pena o táxi.  Outro dia, fui a um casamento no Alto da Boa Vista. Peguei o metrô até a Tijuca por R$3,50 e, de lá, dividi o táxi com mais três pessoas. A corrida custou R$ 25 reais, R$ 6,25 pra cada um. Bom ou não?
Lindas e caras

COUVERT E ENTRADAS. Se tem algo que evito há muito tempo é o couvert artístico. Outro dia, deixei de ir a um lugar ao saber que pagaria R$30 pelo serviço. Posso estar sendo pão-dura, posso, mas a não ser que seja algo extraordinário, aniversário de alguém muito especial, não vale a pena. O mesmo com entradas. Gosto de ir ao Bukowski, em Botafogo, mas só de pensar em pagar R$44 de entrada, já me dá desânimo. Com R$44 eu faço a festa em casa com cervejas e queijos - e ainda danço rock em frente ao espelho!

Vai uma cervejinha aí?
ESCOLHA DO BAR. Pagar R$10,50 por uma empada aberta no Belmonte é algo que está totalmente fora do meu orçamento. Portanto, Belmonte foi devidamente cortado da minha vida. Na hora de escolher ou sugerir, eu sempre penso nos valores. Faço pesquisa, vejo o preço do chope, para ir preparada ou até não ir. É, quem economiza tem que fazer concessões. Além disso, bebo chope que nem água, um perigo para o bolso! Então, no meu caso, tenho optado por frequentar pés-sujos, que assim eu divido garrafas de cerveja a R$9/10/11 com amigos, e me controlo mais na bebida.

NA MESA. Dividir pratos é muito bom, mas como eu não como carne, nem sempre é vantajoso. Se eu for a um barzinho, gosto de um caldinho de feijão que não é tão caro e é mais saudável que frituras. Ou então um espetinho de queijo coalho que quebra não apenas um galho, mas uma árvore pra mim. 

PENSE ANTES DE COMER. Eu sei que tem vezes que o desejo bate e que a gente quer comer aquela coisa e pronto. Mas, muitas vezes eu como porque o negócio está na minha frente, é a única opção que tenho, etc. Dia desses fui a um aniversário em um restaurante que tinha dois lados - no salão da frente, um rodízio de pizzas por R$27,90, do outro lado, um bufê a R$59,90 o quilo. Achei o preço maravilhoso para um rodízio, mas para mim, que não queria comer grandes quantidades de pizza à noite, não valeria a pena. O que eu fiz? Optei por um bufê japonês, com sushis bem honestos. Sabe quanto saiu? R$ 9,82! Ainda tomei uma água (R$ 3,80) e um refri (R$4,90), e meu total foi de R$ 18,52. Economia de R$9,38 (uebaaa!)


GRATUITOS. No Rio, o que não falta são programinhas gratuitos. Em janeiro, fiz muuitos deles. Vale a pena curtir páginas de eventos legais no facebook, comentar sobre sua pindaíba com amigos antenados na noite, ficar ligada nos jornais. O melhor é que você canta, dança, se diverte, e paga apenas o que consome. Quando vou a esse tipo de festa, por exemplo, aplico a regrinha do controle. Na rua, a long neck já tá custando R$5. Cinco delas são mais que suficientes e saem apenas R$25 do meu bolso. Porque confesso: se eu não me controlar, o dinheiro vai di mim bem facim.


EM CASA, POR QUE NÃO? No fim do ano passado, o pessoal do meu prédio que não se via há muito tempo resolveu se encontrar. Com os preços lááá no telhado, sugeri uma reunião na minha casa. Assim, cada um trouxe uma bebidinha e um petisquinho. Simples, não? E bastante econômico :)

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